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29 de abr. de 2010

Biogeografia

O NÚCLEO DA TERRA E A EVOLUÇÃO DA VIDA!?...
O núcleo da Terra, a nossa grande fonte interna de energia, propicia a criação de fumarolas marinhas que originam vida, que não depende de outras vidas, mas é capaz de sustentar outras vidas. Ele faz o manto da Terra movimentar-se lentamente, em trajetórias parecidas com a da água fervendo numa panela, o que aproxima ou afasta os continentes um dos outros, propiciando o surgimento de novas espécies e a extinção de outras, sempre através das diferentes condições geoecológicas criadas. Esse movimento cria os grandes biomas das montanhas, que influencia o vento e a chuva, que pode transformar florestas em desertos, ou estes, naquelas. A energia do núcleo abastece os grandes vulcões e os enormes derrames de lavas que cobrem regiões, que matam, e enfraquecem, mas criam novas vidas e fortalecem outras. O humano tecnológico ainda é muito pequenininho!...

24/09/06 O PERIGO DE NÃO TER MEDO!...
O medo é um instrumento de defesa individual. Nos vertebrados, a parte do cérebro que interpreta os sinais de perigos está logo na entrada, acima da coluna, para que as reações de medo sejam imediatas. Na África, nosso berço, quase todos os grandes mamíferos subsistiram. Por quê? Simplesmente aprenderam a ter medo de nós, tão logo nos armamos; evoluíram conosco: quanto melhor caçávamos, mais medo eles tinham de nós!... Os grandes mamíferos, que dominavam a Europa e os continentes que nós só ocupamos depois, desapareceram logo, destruídos pelo nosso poder coletivo de grandes caçadores. Por quê? Porque nos lugares em que surgimos já bem armados e astutos, eles, tão grandes, não tinham medo de gente... Do humano tecnológico de hoje, nem adianta terem medo: só o nosso complexo cérebro pode usar o medo como precaução contra nós mesmos!...

13/05/07 BIOMAS... O QUÊ QUE É ISTO?!...
A Terra vista do espaço é um mosaico de biomas; mas estes são também um mosaico, ainda que de aparência mais uniforme, vistos de cima, ao longe... As florestas, os mares de corais, os desertos, os campos e outros grandes tipos de formações de seres vivos e seus ambientes, constituem, cada um, um bioma diferente. Eles representam as grandes maneiras como a vida se organizou nas diferentes condições de clima, solo, águas, geologia e luz. Mares rasos, transparentes e muito sol originaram os corais. Solos tropicais, com chuvas de verão, que se estendem por quase todos os meses do ano, deram as florestas tropicais úmidas. Estas e os mares de corais são os biomas mais ricos em biodiversidade terrestre e marinha. Os biomas polares e dos desertos quentes, são os mais pobres, entre os biomas mais conhecidos. Pouco se sabe da vida nos biomas abissais das profundezas oceânicas sem luz. Os biomas são os macroindicadores da saúde da Terra; eles nos mostram quanto nós já a deformamos!...

20/01/08 A BIOGEOGRAFIA QUE NOS ENCANTA...
... é uma ciência muito mais usada e admirada, do que as pessoas sem intimidades com a biologia possam imaginar!... A biogeografia é um dos ramos importantes das ciências biológicas, por que: i) ajuda o ser humano a entender porque cada ser vivo é como é; ii) inspira a genética, no aperfeiçoamento dos seres vivos, visando o bem-estar da humanidade; iii) facilita as transferências dos seres vivos, de um lugar para outro, de modo a explorar o melhor de cada um, nas mais variadas situações de criação e cultivo econômicos; iv) orienta o entretenimento com base na natureza, para que ele seja sempre agradável a todos; v) oferece curiosidades permanentes que estimulam o saber, o amor à vida como ela é, e favorece a educação ambiental como instrumento de mudança. A biogeografia é chave para entender a formidável diversidade do Planeta Vida!...

15/06/08 ECÓTONO, O QUE É ISTO, MINHA GENTE???!!!...
.. é a tradução do grego, tensão na casa. Na medida em que um bioma se aproxima de outro, as feições de um e outro, geralmente se alteram, por causa do clima, mesmo sem acidentes geográficos a separá-los. As fronteiras da Amazônia com os cerrados brasileiros se estendem por muitas dezenas de quilômetros, em direção a cada região, através de vegetação, onde, ora predomina a de um bioma, ora, a do outro, e às vezes, misturam-se as duas, sem dominâncias. O mesmo ocorre entre a nossa seca caatinga com a úmida Mata Atlântica, numa transição, que faz do nordeste um notável mosaico de ecossistemas. Essas complexas e extensas regiões de fronteira, de tensão competitiva por espaços, onde novas espécies podem surgir, são os ecótonos. Mas estes podem existir entre comunidades menores, causados por variações de umidade, solo e luz, com sua magia na criação de espécies típicas. É a biodiversidade na plenitude de sua ação!!!...

15/03/09 É BIOGEOGRAFIA OU GEOECOLOGIA???...
Muitos confundem uma com a outra, inclusive a versão portuguesa da grande enciclopédia virtual www.wikipedia.org. A biogeografia é uma intercessão entre a geografia e a biologia: relacionar lugar e os grupos de seres vivos é o seu objetivo essencial. A geoecologia é a intercessão entre ecologia e geologia: a integração contextual dos processos evolucionários da vida e da Terra é a sua meta fundamental. A biogeografia estuda, por exemplo, como e porque os mamíferos ou qualquer outro agregado biológico discriminável dos outros, distribuem-se pelos diferentes locais, países e biomas do mundo. A geoecologia estuda os processos da biosfera, visando agregá-los em unidades funcionais homogêneas, sob o ponto de vista evolucionário. Assim, por exemplo, ela busca responder se a ecologia da vertente litorânea da Serra do Mar, no centro-sul brasileiro, manteve-se estável nos últimos milhões de anos, e se o efeito estufa mudaria isso? A biogeografia é uma ciência consolidada, e a geoecologia, ainda está engatinhando!!!...

22/11/09 ENDEMISMOS... OUTRO PALAVRÃO?...
Uma espécie ou qualquer outra categoria de ser vivo é endêmica de certo espaço geográfico, se só existir nele. Os endemismos são preciosidades genéticas separadas de seus parentes, através de um conjunto único de processos geoecológicos. O mico leão dourado é endemismo fluminense, e o gênero que inclui as várias espécies de micos leões, só existe na Mata Atlântica. Os lêmures constituem família de primatas endêmica de Madagáscar e Comores, ilhas afastadas do continente africano, há quase 200 milhões de anos. Muitos milhares de endemismos caracterizam a imobilidade vegetal. A África do Sul, único país africano não tropical, possui flora endêmica, que desperta curiosidade mundial. Exportar endemismos é perigoso pelas doenças e outros prejuízos que eles podem causar à vida, em seus novos habitats. Porém, muitos endemismos são motivo de orgulho e fonte de renda para as populações locais que com eles convivem, como no grande e turístico arquipélago indonésio. Os endemismos sempre preocupam, pro bem ou pro mal!!!...

Biogeografia

Biogeografia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Portal de Evolução

A Biogeografia, é a ciência que estuda a distribuição geográfica dos seres vivos no espaço através do tempo, procurando entender padrões de organização espacial e processos que resultaram em tais padrões. É uma ciência multidisciplinar que relaciona informações de diversas outras ciências como geografia, biologia, climatologia, geologia, ecologia e evolução. É descritiva na primeira etapa e interpretativa na etapa seguinte. Os métodos biogeográficos históricos podem ser utilizados como ferramentas para a escolha de áreas com o propósito da conservação.

A base da biogeografia baseia-se nos conceitos de evolução das espécies, e em que diferentes condições ecológicas criam pressões selectivas diferentes. Estas pressões levam a que haja alguma coincidência entre as transições ecológicas e os limites de distribuição de espécies aparentadas. Esta disciplina científica originou em grande parte a partir do trabalho de Alfred Russel Wallace no Arquipélago Malaio. Wallace descreveu muitas espécies deste arquipélago e notou que a norte de uma determinada zona, as espécies eram relacionadas com espécies do continente asiático enquanto a sul dessa linha estreita, as espécies eram mais relacionadas com as espécies australianas. Esta linha foi baptizada de Linha de Wallace em honra do seu descobridor.

Com base nestes critérios e nas associações de espécies prevalecentes em determinadas regiões, a Terra foi dividida em várias regiões biogeográficas. Estas grandes regiões têm características comuns, mas podem ainda ser subdividas, para efeitos de estudo e de conservação em unidades menores, normalmente ao nível do ecossistema


Regiões biogeográficas terrestres

As grandes regiões biogeográficas
██ neoártica

██ paleártica

██ neotropical

██ afro-tropical

██ indo-malaia

██ australiana

A Antárctida não é mostradaVer artigo principal: Distribuição das espécies no ambiente terrestre
A biogeografia divide a parte continental da Terra em oito grandes regiões biogeográficas:

Região paleártica - Europa, norte de África até ao Deserto do Saara, norte da Península Arábica, e toda a Ásia, a norte do Himalaia até à China e Japão
Região neoártica - América do Norte, incluindo Groenlândia, até ao centro do México
Região neotropical - desde o centro do México até ao sul da América do Sul, incluindo ainda o sul da Flórida e todas as ilhas do Caribe
Região afro-tropical ou Etiópica - África a sul do Saara e sul da Península Arábica
Região indo-malaia - Subcontinente indiano, sul da China, Indochina, Filipinas e Indonésia ocidental
Região australiana - Indonésia oriental, Nova Guiné, Austrália e Nova Zelândia
Região oceânica - as ilhas do Oceano Pacífico
Região antártica - o continente e o oceano com o mesmo nome
O conjunto da região paleártica e neoártica constitui a região holárctica ou o holárctico.

[editar] Regiões biogeográficas marinhas
As regiões biogeográficas marinhas são delimitadas por zonas climáticas e por correntes oceânicas, que podem servir de fronteiras para vários tipos de seres vivos.

Estas grandes regiões podem ainda ser subdivididas e recentemente usa-se o conceito de grande ecossistema marinho como a unidade de estudo e conservação das espécies marinhas.

IDH

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mede os avanços alcançados por um país em três aspectos: vida longa e saudável (baseado na esperança média de vida ao nascer), acesso ao conhecimento (baseado na alfabetização e na escolarização) e nível de vida digno (baseado no PIB per capita associado ao poder de compra em dólares americanos). Os países são classificados dentro desses aspectos em valores médios entre 0 e 1.

05/10/2009 - 08h31
Brasil fica em 75º lugar no ranking do IDH
Fabiana Uchinaka
Do UOL Notícias
Em São PauloRanking do IDH 2009
1) Noruega 0,971
2) Austrália 0,970
3) Islândia 0,969
4) Canadá 0,966
5) Irlanda 0,965
13) EUA 0,956
44) Chile 0,878
75) Brasil 0,813
180) Serra Leoa 0,352
181) Afeganistão 0,352
182) Níger 0,340

Fonte: PNUD

O Brasil está na 75ª posição no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que avalia 182 países, e teve uma pontuação de 0,813, por isso permanece no grupo dos países considerados de alto desenvolvimento humano - aqueles com IDH superior a 0,800. No último levantamento, o país aparecia na 70º posição, mas com índice menor: 0,807. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (5) pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e referem-se ao ano de 2007. (Veja abaixo o ranking completo)

ONU diz que imigração tem custo zero
aos países ricos e defende fim de barreiras

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mede os avanços alcançados por um país em três aspectos: vida longa e saudável (baseado na esperança média de vida ao nascer), acesso ao conhecimento (baseado na alfabetização e na escolarização) e nível de vida digno (baseado no PIB per capita associado ao poder de compra em dólares americanos). Os países são classificados dentro desses aspectos em valores médios entre 0 e 1.

Noruega, Austrália e Islândia ocupam os três primeiros lugares do ranking, com índices de 0,971, 0,970 e 0,969, respectivamente. Na outra extremidade, Níger (0,340), Afeganistão (0,352) e Serra Leoa (0,365) tiveram os piores índices. O Afeganistão volta ao ranking depois de ficar 13 anos fora.

Afogamento


Afogamento
Sinais e sintomas
Agitação, dificuldade respiratória, inconsciência, parada respiratória, parada cardiaca.

O que fazer

1 - Aproxime-se da vítima pelas costas, segure-a e mantenha-a com a cabeça fora d’água
2 - Procurar retirar os objectos estranhos que possam estar na boca e Iniciar imediatamente a respiração de socorro BOCA-A-BOCA, ainda com a vitima dentro d’água.
3 - Coloque a vítima em decúbito dorsal (deitada de costas), com a cabeça mais baixa que o corpo, quando fora d’água;
4 - INSISTA na respiração de socorro BOCA-A-BOCA, se necessário
5 - EXECUTE a massagem cardíaca externa, se a vitima apresentar ausência de pulso e pupilas dilatadas
6 - Friccione vigorosamente os braços e as pernas do afogado, estimulando a circulação
7 - Remova IMEDIATAMENTE a vitima para o SERVIÇO DE SALVAMENTO ou o hospital mais próximo.

Advertência
Se a pessoa que se afogar conservar o conhecimento, corre-se o perigo de se deixar dominar pelo pânico e arrastar o socorrista.
O melhor será atirar-lhe alguma coisa a que possa agarrar-se, por exemplo, um remo.Em caso contrário, segura-se a cabeça por trás e puxa-se pelas costas até terra.

Explicação científica
Entende-se por afogamento a asfixia em meio líquido

A asfixia pode dar-se pela aspiração de água, causando um encharcamento dos alvéolos pulmonares, ou pelo espasmo da glote, que pode vir a fechar-se violentamente obstruindo a passagem do ar pelas vias aéreas.

No caso de asfixia com aspiração de água, ocorre a paralisação da troca gasosa, devido o líquido postar-se nos alvéolos, não deixando assim que o O2 passe para a corrente sanguínea, e impedindo, também, que o CO2 saia do organismo. A partir daí as células que produziam energia com a presença de O2 (aerobicamente), passarão a produzir energia sem a presença dele (anaerobicamente) causando várias complicações no corpo, como por exemplo, a produção de ácido lático, que vai se acumulando no organismo proporcionalmente ao tempo e ao grau de hipóxia (diminuição da taxa de O2).

Associado à hipóxia, o acúmulo de ácido lático e CO2 causam vários distúrbios no organismo, principalmente no cérebro e coração, que não resistem sem a presença do O2. Soma-se também aesses fatores a descarga adrenérgica, ou seja, a liberação de adrenalina na corrente sanguínea, devido à baixa de O2, o estresse causado pelo acidente e também pelo esforço físico e pela luta pela vida, causando um sensível aumento da frequência cardíaca, podendo gerar arritmias cardíacas (batimentos cardíacos anormais), que podem levar à parada do coração. A adrenalina provoca ainda uma constriçãodos vasos sanguíneos da pele que se torna fria podendo ficar azulada. Tal coloração é chamada de cianose.

A água aspirada e deglutida provoca uma pequena alteração no sangue, tais como: aumento ou diminuição na taxa de sódio e de potássio, além do aumento ou diminuição do volume de sangue (hiper ou hipovolemia) - dependendo do tipo de água (doce ou salgada) em que ocorreu o acidente - e destruição das hemáceas. Com o início da produção de energia pelo processo anaeróbico, o cérebro e o coração não resistem muito tempo, pois bastam poucos minutos sem oxigênio (anóxia), para que ocorra a morte desses órgãos.


Sinais e sintomas

Estado de choque
Sinais e sintomas
Pele fria, sudorese, palidez de face, respiração curta, rápida e irregular, visão turva, pulso rápido e fraco, semiconsciência, vertigem ou queda ao chão, náuseas ou vômitos.

O que fazer
1 - Avaliar rapidamente o estado da vítima e estabelecer prioridades.
2 - Colocar a vítima em posição lateral de segurança (PLS) se possível com as pernas elevadas.
3 - Afrouxar as roupas e agasalhar a vítima.
4 - Lembre-se de manter a respiração. Fornecer ar puro, ou oxigênio, se possível.
5 - Se possível dê-lhe líquidos como água, café ou chá.

O que pode causar
Queimaduras, ferimentos graves ou externos Esmagamentos Perda de sangue Envenenamento por produtos químicos Ataque cardíaco Exposições extremas ao calor ou frio Intoxicação por alimentos Fraturas

Desmaio

Pode ser considerado um leve estado de choque.

Sinais e sintomas
Palidez, enjôo, suor constante, pulso e respiração fracos.

O que fazer
1 - Colocar a vítima em Posição lateral de segurança com as pernas elevadas.
2 - Abaixar a cabeça e realizar leve pressão sobre a nuca.
3 - Desapertar as roupas que estejam apertadas.
4 - Nunca se deve dar de beber a uma pessoa desmaiada! Apenas quando recuperar o conhecimento (quando fôr capaz de segurar o copo por ela própria).

O que pode causar
Emoções súbitas, fadiga, ar sufocante, dor, fome ou nervosismo.

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